No Brasil, o dólar comercial caiu 0,62% e fechou o dia cotado a R$ 5,188 para venda – o menor valor desde 28 de maio de 2024. Em paralelo, a Bolsa de Valores brasileira subiu quase 2%, ultrapassando os 186 mil pontos e bateu seu recorde histórico.
A queda foi influenciada pela fala do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, sobre a política de juros, que, segundo ele, estaria em um momento de “calibragem”, e, principalmente, pelo anúncio de que a China vai diminuir as compras de treasuries.
Em resumo, a queda do dólar foi impulsionada por notícias de que o governo chinês recomendou a bancos locais a redução na exposição a títulos do Tesouro Americano. Esse movimento pressionou a rentabilidade dos papéis dos EUA e favoreceu moedas de países emergentes.
Ibovespa – O principal índice de ações da Bolsa do Brasil B3 subiu o dia todo até bater novo recorde: fechou com alta de 1,80%, aos 186.241 pontos. O patamar superou o recorde histórico de 185.674 pontos batido na última terça-feira (3).