
Renan Santos, candidato a presidente pelo Missão, criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) e chamou o senador Sérgio Moro de vassalo”, durante o lançamento de sua campanha à Presidência. Além disso, ele prometeu “matar quem roubar”.
A pena de morte é proibida no Brasil para crimes comuns.
Em seu discurso, Renan Santos disse que Flávio Bolsonaro é “farsante, fraco e corrompido”, além de chamar o senador de “mongoloide”. No ataque a Lula, Santos chamou o presidente de “cachaceiro senil”.
Também criticou o que chamou de “governadores que nunca tiveram postura de líder” e o senador Sérgio Moro (União Brasil), a quem chamou de “vassalo”. Para Renan, o ex-ministro da Justiça de Jair Bolsonaro (PL) “aceitou ser um escravo daqueles que destruíram sua maior obra, que foi a Lava Jato”.
Na convenção do partido, foi ratificado o nome de Aroldo Medina para compor a chapa do Missão, na vaga de vice-presidente. Tenente-coronel da reserva da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, Medina comparou Lula e Flávio Bolsonaro a “vassouras velhas”, que não funcionam bem, e afirmou que, uma vez eleito, Renan vai “limpar o Brasil”.
O candidato à Presidência ainda estabeleceu como meta a redução do número de homicídios para menos de 10 mil ao ano, prometeu realizar um ajuste fiscal e proteger a venda de terras raras, e defendeu que professores possam “punir alunos rebeldes”.
Pesquisa
O candidato do Missão registrou 7,8% das intenções de voto na última pesquisa Atlas/Bloomberg, divulgada na quarta-feira, 29, na terceira posição atrás de Lula, com 49,2% e Flávio, com 42,9%.