Por Valter Nogueira
Ao olhar para o retrovisor é possível identificar um vácuo no campo político, entre os meses de janeiro e novembro de 2021. Faltaram ações e movimentos no lado da oposição com vistas às eleições de 2022.
Em análise raso, o que se viu foi apenas uma equipe no gramado, em aquecimento: o time do governador João Azevêdo.
A partir de dezembro, aí sim, fatos novos movimentaram a cena política: lançamento das pré-candidaturas de Pedro Cunha Lima e de Nilvan Ferreira.
De tabela, a debandada do clã Feliciano do governo.
Apenas dois fatos antecederam as cenas de dezembro: o natimorto anúncio da pré-candidatura de Romero Rodrigues ao governo e o distanciamento entre o governador Azevêdo e o senador Veneziano Vital.
–Treino é treino, jogo é jogo!
Chegou a hora de entrar em campo, pra valer. 2022 chega com calendário eleitoral.
Do lado do governo, é esperado o posicionamento firme de quem se diz aliado. E João Azevêdo já disse que irá cobrar tal postura.
Do outro lado, já está quase tudo definido – eu disse quase tudo. Isto é, quatro candidaturas no primeiro tempo, como forma de levar as eleições ao segundo turno.
Atenção
Uma nova e forte candidatura pode surgir, entre maio e junho. Um nome com mais peso político…
Última
Feliz Ano Novo!