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	<title>Arquivo de AJUDA - Valter Nogueira</title>
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	<description>Notícias e Opinião</description>
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	<title>Arquivo de AJUDA - Valter Nogueira</title>
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		<title>Estados do Nordeste enviam brigadas e equipamentos ao Rio Grande do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valter Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 May 2024 18:45:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil é uno, tem um só povo, no que pese as dimensões continentais, as diferentes regiões, os sotaques diversos, o desequilíbrio financeiro e as múltiplas culturas. E, com tal, o seu povo se une em gesto de solidariedade ante as adversidades da natureza que, no momento, atinge ferozmente o estado do Rio Grande do sul.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Valter Nogueira</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_23222" aria-describedby="caption-attachment-23222" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-23222 size-medium" src="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2024/05/alta_19004029_64133_gdo_jv-1024x613-1-300x180.png" alt="" width="300" height="180" /><figcaption id="caption-attachment-23222" class="wp-caption-text">Rio Grande do Sul (Foto: Defesa Civil/RS)</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">O Brasil é uno, tem um só povo, no que pese as dimensões continentais, as diferentes regiões, os sotaques diversos, o desequilíbrio financeiro e as múltiplas culturas. E, com tal, o seu povo se une em gesto de solidariedade ante as adversidades da natureza que, no momento, atinge ferozmente o estado do Rio Grande do sul.</p>
<p style="text-align: justify;">Ante a atual situação de calamidade pública, vale destacar o gesto do Consócio Nordeste que, por meios dos governadores dos nove estados da Região, se põem a ajudar os irmãos do Sul do país, enviando ao Rio Grande do Sul brigadas e equipamentos para salvar vidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Informações mais atualizadas dão conta que pelo menos 50 mortes foram registradas até este sábado (4), no Rio Grande do Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">O Consórcio Nordeste anunciou a mobilização de recursos humanos, materiais e equipamentos ao longo de toda a sexta-feira (3). Equipes do estado da Bahia já estão presentes no Sul do país desde então.</p>
<p style="text-align: justify;">A governadora do Rio Grande do Norte e presidente do Consórcio Nordeste, Fátima Bezerra (PT), utilizou suas redes sociais para informar sobre a mobilização. Ela relatou ter dialogado com o governador gaúcho, Eduardo Leite, na sexta-feira (3), expressando solidariedade e compromisso com a superação desse momento difícil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Paraíba</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Assim como os demais estados nordestinos, a Paraíba se faz presente neste momento de crise que vive o co-irmão do Sul e enviará 2 viaturas ABS, 2 embarcações infláveis, 2 equipes de salvamento, 2 binômios certificados em restos mortais e 2 viaturas de canil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estado de Calamidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Rio Grande do Sul decretou estado de calamidade, medida reconhecida pelo governo federal, permitindo a solicitação de recursos para ações de defesa civil e reconstrução. A Defesa Civil alertou para o risco de enchentes em várias bacias hidrográficas. Além disso, o governo federal enviou 100 integrantes da Força Nacional e a Polícia Rodoviária Federal mobilizou 75 agentes, incluindo especialistas em resgate, para auxiliar nas operações de salvamento e assistência às vítimas.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Profissionais de saúde dão dicas de como viver o luto; há ajuda na rede pública de JP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valter Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Nov 2023 14:36:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[AJUDA]]></category>
		<category><![CDATA[CENTROS DE ATENÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[COMO VIVER COM O LUTO]]></category>
		<category><![CDATA[DIA DE FINADOS]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de João Pessoa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia de Finados, nesta terça-feira, 2 de novembro, resgata memórias felizes, mas, também, possibilita o retorno da dor do luto. Especialistas afirmam que é comum essa condição desencadear uma série de sentimentos, desde a tristeza até a raiva, e pode, ainda, afetar a cognição, gerando na pessoa enlutada confusão e descrença. “O luto é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-19130 size-medium" src="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2023/11/CENTRO-DE-REF-DO-CUIDADO-A-VIDA-1024x767-1-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225" />O Dia de Finados, nesta terça-feira, 2 de novembro, resgata memórias felizes, mas, também, possibilita o retorno da dor do luto. Especialistas afirmam que é comum essa condição desencadear uma série de sentimentos, desde a tristeza até a raiva, e pode, ainda, afetar a cognição, gerando na pessoa enlutada confusão e descrença.</p>
<p style="text-align: justify;">“O luto é uma reação normal e esperada diante a perda de algo ou alguém que era muito importante para nós. É um período de grande sofrimento, mas que é muito importante de ser vivido, inclusive, para a saúde mental”, ressalta a psicóloga Natalya Vasconcelos, especialista em saúde e cuidados paliativos.</p>
<p style="text-align: justify;">A profissional destaca que é na vivência do luto que encontramos a possibilidade de adaptação à nova realidade que se apresenta, agora na ausência da pessoa amada. O sinal vermelho acende quando esta reação é desproporcional ao que se espera naquela cultura ou quando se prolonga por muito tempo, comprometendo a funcionalidade da pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">“Neste caso, o luto pode se tornar uma doença em si mesma – e aí podemos estar falando de um diagnóstico psiquiátrico que chamamos de luto prolongado – ou o luto pode ser um ‘gatilho’ que desencadeia outros transtornos, como a depressão e o estresse pós traumático, por exemplo”, explica a médica psiquiatra Vanessa Gomes.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a especialista, o luto pode afetar fisicamente o corpo. É que nas situações de grande estresse, de modo geral, o nosso corpo pode promover o que chamamos de “resposta de luta ou fuga”, que é basicamente a resposta física que teríamos diante de um leão em uma savana, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">“O coração acelera, a boca fica seca, as mãos tremem, a respiração fica ‘curta’. Quando começamos a reagir cronicamente dessa forma, o corpo sofre e podem-se instalar dores e disfunções”, afirma Vanessa Gomes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A hora de pedir ajuda</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando a vida de quem ficou começa a girar apenas em torno da morte do ente querido, é hora de pedir ajuda. A pessoa não consegue voltar a fazer suas atividades, não tem mais interesse no que antes gostava, tem dúvidas a respeito de sua própria identidade.</p>
<p style="text-align: justify;">“O enlutado não consegue retomar o curso normal de sua vida, não enxerga perspectiva de melhora, não vê sentido nas coisas que antes lhe causavam prazer. Quando há risco à sua saúde física e mental, é a hora de procurar ajuda profissional para atravessar esse período”, destaca Natalya Vasconcelos.</p>
<p style="text-align: justify;">A profissional ressalta que a família e os amigos são essenciais nessa fase. Muitas vezes não sabemos o que dizer para a pessoa que está em luto, mas a presença e algumas ações podem ser valiosas. Um bom começo pode ser perguntar ao enlutado o que ele precisa. Talvez ele não esteja em condições de cozinhar, levar o cachorro para passear ou resolver burocracias.</p>
<p style="text-align: justify;">“Ajudá-lo com isso vai ser mais útil e acolhedor que qualquer discurso. Se realmente estiver em condições, coloque-se disponível. Pergunte se ele quer conversar e deixe-o falar, jamais repreenda caso ele só consiga lamentar sua perda”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Condições desencadeadas pelo luto</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No que diz respeito aos sentimentos, é comum que aconteça tristeza, raiva, ansiedade, saudades, culpa, fadiga, alívio, desamparo, solidão, choque;<br />
Sensações físicas que podem ser esperadas: fraqueza muscular, falta de energia, falta de ar, boca seca, hipersensibilidade a ruídos, estranhamento de si, sensação de nada ser real, aperto no peito e garganta, vazio no estômago;<br />
Comportamentos comuns: choro, hiperatividade e agitação, suspiros, procurar e chamar pela pessoa que se foi, visitar locais ou carregar objetos que tragam lembranças, apego aos objetos da pessoa que morreu, sonhos, evitação de lembranças, isolamento social, sono e apetite alterados, ausência de pensamentos;<br />
A cognição também pode sofrer impacto, gerando quadros de alucinações, sensação da presença da pessoa, preocupação, confusão e descrença.</p>
<p><strong>Como demonstrar respeito a uma pessoa em luto</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Deixe a pessoa chorar o quanto precisar;<br />
Não diga que ela tem que ser forte, que ele tem que seguir a vida;<br />
Não fale de como foi quando você perdeu alguém importante, esse é o momento de acolher a dor da outra pessoa;<br />
Evitar comparações ou julgamentos sobre o tempo que cada um leva na vivência de seu luto;<br />
Lembre-se: cada perda é única e por isso não existe um jeito certo ou errado de sofrer.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde procurar ajuda </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em João Pessoa, a depender do grau de sofrimento gerado pelo luto, pode-se procurar a ajuda de um profissional nas Unidades de Saúde da Família, nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) ou no Pronto Atendimento em Saúde Mental (Pasm) para atendimento médico e psicológico.</p>
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		<title>PMJP oferece assistência a vítimas de violência e canais para denunciar casos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valter Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Sep 2023 15:37:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[AJUDA]]></category>
		<category><![CDATA[Apoio]]></category>
		<category><![CDATA[JOÃO PESSOA]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura da Capital]]></category>
		<category><![CDATA[VÍTIMAS DE VIOLÊNICA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de João Pessoa possui diversos canais gratuitos para a população denunciar casos de violação de direitos das pessoas. A assistência especializada às vítimas também é garantida pela rede municipal para quem tiver os direitos e até a integridade física violados. Os serviços são acionados através de ligações gratuitas que podem ser feitas pela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-18411 size-medium" src="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2023/09/SEPPM_CENTRO_DE_REFERENCIA_DA_MULHER_FOTO_KLEIDE_TEIXEIRA_03-1024x683-1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />A Prefeitura de João Pessoa possui diversos canais gratuitos para a população denunciar casos de violação de direitos das pessoas. A assistência especializada às vítimas também é garantida pela rede municipal para quem tiver os direitos e até a integridade física violados. Os serviços são acionados através de ligações gratuitas que podem ser feitas pela vítima ou por testemunhas.</p>
<p style="text-align: justify;">O sigilo das informações e a identidade do autor da denúncia são preservados. A pessoa que ligar para qualquer um dos serviços deve repassar informações como local da ocorrência, características das pessoas ou de veículos envolvidos. Do outro lado da linha telefônica estão técnicos capacitados para fazer a escuta qualificada.</p>
<p style="text-align: justify;">Casos de violência contra idosos, crianças, pessoas com deficiência e mulheres, além de discriminação e preconceito de raça, por exemplo, podem e devem ser denunciados pelos números 153 e 156. O Centro de Referência da Mulher também é um canal. Todos eles são porta de entrada para uma assistência humanizada às vítimas.</p>
<p style="text-align: justify;">Disque Denúncia 156 – É um serviço realizado pela Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania (Sedhuc) e deve ser acionado para denunciar atos de violência, discriminação ou preconceito de gênero, etnia, cor e demais situações, contra como crianças, idosos, mulheres, deficientes e públicos LGBTQIA+.</p>
<p style="text-align: justify;">O Disque Denúncia 156 registrou aproximadamente 60 ligações de janeiro a agosto de 2023, a maior parte denunciando abusos contra idosos e crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">“O Disque 156 é um canal fundamental para a proteção de todas as pessoas que se encontram em alguma situação de violação de direitos. E o nosso objetivo é ajudar essas pessoas, encaminhando as demandas para os setores responsáveis e auxiliando no combate à violência contra a mulher, a criança, o adolescente, os idosos, o público LGBTQIA+, moradores de rua, entre outros”, enfatiza o secretário de Direitos Humanos e Cidadania, João Corujinha.</p>
<p style="text-align: justify;">O serviço funciona de segunda a sexta, de 8h às 17h. As denúncias podem ser feitas tanto pelo telefone 156 quanto pelo e-mail disquedenunciajp@gmail.com, ou ainda pelo chat online. A tramitação do processo pode ser acompanhada por meio do número de protocolo. Após o recebimento da denúncia, o setor de Divisão de Denúncias da Sedhuc encaminha o caso para o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), responsável por ir até o local averiguar a situação e tomar medidas assistenciais necessárias.</p>
<p style="text-align: justify;">Havendo necessidade da intervenção de outros órgãos públicos, a Sedhuc encaminha o caso para um dos parceiros no combate à violação aos direitos humanos e cidadania, a exemplo da Guarda Civil Metropolitana, Ministério Público da Paraíba, Polícia Militar, Polícia Civil, Conselho Tutelar entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Disque 153 – A população também dispõe do Disque 153, da Guarda Civil Metropolitana de João Pessoa, da Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania de João Pessoa (Semusb). Um canal de apoio e assistência aos idosos. O serviço é gratuito e funciona 24 horas, todos os dias da semana, com atendimento rápido e eficaz.</p>
<p style="text-align: justify;">Através desse serviço a população pode acionar a Guarda Municipal e as equipes que fazem o trabalho de Policiamento Preventivo para fazer denúncias, elogios, reclamações entre outros. Os servidores recebem cursos e treinamentos para fazer um atendimento humanizado ao receber denúncias de pessoas vítimas de maus tratos ou que testemunharam alguma situação.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a Guarda está presente nos Centros de Atenção à Pessoa Idosa do Município de João Pessoa, sendo normalmente o primeiro profissional a ter contato com o idoso na entrada dos locais. A GCM ainda dispõe dos seguintes canais: telefone 3214-7992 ou rede social – @guardaciviljp (Instagram).</p>
<p style="text-align: justify;">Defesa das Mulheres – A Prefeitura de João Pessoa, através da Secretaria Extraordinária de Políticas Públicas para as Mulheres (SEPPM) também dispõe de serviços de proteção. Vítimas de violência doméstica, familiar e sexual, podem recorrer aos serviços do Centro de Referência da Mulher Ednalva Bezerra. O Centro de Referência existe desde 2007. O espaço oferece gratuitamente uma série de serviços, por meio de uma equipe intersetorial.</p>
<p style="text-align: justify;">O Centro, localizado na Rua Afonso Campos, nº 111, no bairro do Centro, funciona de segunda à sexta, das 8h às 17h. No local, as mulheres vítimas de violência, seja psicológica, física, moral ou patrimonial, são acolhidas e recebem atendimento especializado na área social, psicológica, jurídica, além de participar de terapia holística e de atividades de arte-educação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde pedir ajuda:</strong> 180 – Central de Atendimento a Mulher (nacional);<br />
153 – Ronda Maria da Penha (municipal); 156 – Disque Denúncia (municipal);<br />
190- Polícia Militar;<br />
197- Polícia Civil.</p>
<p>Fonte: Secom-JP</p>
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