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	<title>Arquivo de Brasil - Valter Nogueira</title>
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	<description>Notícias e Opinião</description>
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	<title>Arquivo de Brasil - Valter Nogueira</title>
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		<title>Brasil registra aumento nas vendas de veículos no 1º trimestre deste ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valter Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 21:55:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O desempenho do mercado brasileiro de veículos registrou forte expansão no primeiro trimestre deste ano. Segundo balanço divulgado hoje (7) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que representa as concessionárias do país, os emplacamentos de veículos no Brasil – e que engloba automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-19159 alignleft" src="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/04/veiculos_vendas-300x191.png" alt="" width="300" height="191" srcset="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/04/veiculos_vendas-300x191.png 300w, https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/04/veiculos_vendas-1024x652.png 1024w, https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/04/veiculos_vendas-768x489.png 768w, https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/04/veiculos_vendas.png 1130w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />O desempenho do mercado brasileiro de veículos registrou forte expansão no primeiro trimestre deste ano. Segundo balanço divulgado hoje (7) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que representa as concessionárias do país, os emplacamentos de veículos no Brasil – e que engloba automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos &#8211; avançaram 16,09% entre janeiro e março de 2026, em comparação ao mesmo período do ano passado, totalizando 1.254.696 veículos.</p>
<p style="text-align: justify;">O acumulado do primeiro trimestre deste ano já é o terceiro melhor resultado da série histórica, atrás apenas dos anos de 2011 e 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">Este também foi, de acordo com a Fenabrave, o segundo melhor mês de março da série histórica da entidade, com um total de 513.099 veículos emplacados, o que representou crescimento de 36,86% em relação a fevereiro e de 35,26% em comparação a março do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a base de comparação tenha sido favorecida pelo calendário, já que março deste ano contabilizou 22 dias úteis, o resultado sinaliza, segundo a Fenabrave, uma melhora efetiva do ambiente de consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">“O mês de março confirmou um mercado mais dinâmico, com desempenho disseminado entre os principais segmentos e um primeiro trimestre que já se posiciona entre os melhores da série histórica. O calendário ajudou, mas os dados mostram também uma reação consistente da demanda”, disse Arcelio Junior, presidente da federação.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando-se apenas a venda de veículos zero quilômetros e que inclui veículos de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus, o crescimento foi 45,55% em comparação a fevereiro e de 37,85% sobre março do ano passado, somando 269.463 veículos comercializados.</p>
<p style="text-align: justify;">O segmento de motos continuam se destacando como um dos principais pilares de expansão do mercado, com 221.573 unidades vendidas, aumento de 29,19% em relação a fevereiro e de 33,47% em comparação a março de 2025.</p>
<p style="text-align: justify;">“Mais uma vez, as motocicletas tiveram papel decisivo no desempenho do setor. É um segmento que vem ampliando sua importância no mercado brasileiro, tanto pela mobilidade quanto pela função econômica e social que exerce”, disse o presidente da Fenabrave.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Agência Brasil</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Agro brasileiro exportará via Turquia para contornar Estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valter Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 21:31:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[exportação]]></category>
		<category><![CDATA[ORIENTE MÉDIO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor agropecuário brasileiro poderá manter as exportações ao Oriente Médio e Ásia Central via Turquia. O Ministério da Agricultura e Pecuária anunciou nesta quinta-feira (26) o fechamento de um acordo para tornar viável uma rota alternativa de transporte de produtos do agronegócio após o fechamento do Estreito de Ormuz, afetado pela guerra no Oriente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-19068 alignleft" src="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Euorpa_e_oriente_medio-300x215.jpg" alt="" width="300" height="215" srcset="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Euorpa_e_oriente_medio-300x215.jpg 300w, https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Euorpa_e_oriente_medio.jpg 410w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />O setor agropecuário brasileiro poderá manter as exportações ao Oriente Médio e Ásia Central via Turquia. O Ministério da Agricultura e Pecuária anunciou nesta quinta-feira (26) o fechamento de um acordo para tornar viável uma rota alternativa de transporte de produtos do agronegócio após o fechamento do Estreito de Ormuz, afetado pela guerra no Oriente Médio.</p>
<p style="text-align: justify;">A medida tem como objetivo evitar prejuízos ao fluxo de exportações, especialmente para mercados do Oriente Médio e da Ásia Central.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o acordo, a estrutura portuária turca passa a funcionar como ponto estratégico para o escoamento da produção brasileira. As cargas podem seguir viagem sem a necessidade de atravessar o Golfo Pérsico, uma das regiões mais afetadas pelo conflito.</p>
<p style="text-align: justify;">A rota já era utilizada por exportadores, mas ganhou relevância com o agravamento da crise e o bloqueio de uma das principais vias marítimas do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fluxo garantido</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na prática, o novo arranjo logístico permite maior flexibilidade aos exportadores brasileiros. As cargas podem atravessar o território turco ou permanecer armazenadas por um período limitado até o embarque final.</p>
<p style="text-align: justify;">Em nota, a pasta afirmou que a iniciativa traz mais previsibilidade ao setor em um momento de instabilidade nas rotas internacionais e reforça a atuação do governo para manter o comércio agropecuário em funcionamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Exigências sanitárias</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A ampliação do uso da rota alternativa exigiu adaptações. A Turquia passou a impor regras sanitárias mais rígidas para produtos sujeitos a controle veterinário, especialmente os de origem animal.</p>
<p style="text-align: justify;">Para contornar o problema, o governo brasileiro negociou a adoção de um Certificado Veterinário Sanitário específico, que permite o trânsito ou o armazenamento temporário das mercadorias em território turco antes do envio ao destino final.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o ministério, a medida garante que os produtos atendam às exigências locais e evita interrupções no comércio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Impacto global</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas marítimas do planeta, responsável por conectar o Golfo Pérsico ao Oceano Índico. A via é estratégica para o transporte de petróleo e produtos agropecuários.</p>
<p style="text-align: justify;">O fechamento da passagem tem impacto direto no comércio global e preocupa o agronegócio brasileiro não apenas pelas exportações, mas também pela dependência de insumos importados, principalmente de fertilizantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Risco para insumos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil importa cerca de 85% dos fertilizantes que utiliza, e entre 20% e 30% das exportações globais desses produtos passam pela região afetada pelo conflito.</p>
<p style="text-align: justify;">A interrupção da rota aumenta o risco de desabastecimento e pressiona custos de produção, o que pode afetar a produtividade agrícola nos próximos ciclos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A medida confere mais segurança e previsibilidade aos exportadores brasileiros em um momento de instabilidade nas rotas internacionais e reforça a atuação do Ministério da Agricultura para manter o comércio agropecuário brasileiro em funcionamento&#8221;, destacou o Ministério da Agricultura e Pecuária em nota.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>NOVA ESTAÇÃO: Outono começa nesta sexta-feira (20)</title>
		<link>https://valternogueira.com.br/2026/03/20/nova-estacao-outono-comeca-nesta-sexta-feira-20/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Valter Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 11:17:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[outono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O outono de 2026 no Brasil começa às 11h45 (no horário de Brasília) desta sexta-feira (20), e vai até 20 de junho. Na nova estação do ano, há previsão de chuvas abaixo da média e alívio gradual do calor. A maior parte das regiões do país deve registrar precipitação abaixo da média histórica para a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-19009 alignleft" src="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Outono-300x169.webp" alt="" width="300" height="169" srcset="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Outono-300x169.webp 300w, https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Outono.webp 329w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />O outono de 2026 no Brasil começa às 11h45 (no horário de Brasília) desta sexta-feira (20), e vai até 20 de junho. Na nova estação do ano, há previsão de chuvas abaixo da média e alívio gradual do calor.</p>
<p style="text-align: justify;">A maior parte das regiões do país deve registrar precipitação abaixo da média histórica para a estação. Paraná e Santa Catarina também devem ter volumes menores entre abril e maio, mas com aumento das chuvas em junho.</p>
<p style="text-align: justify;">O outono deve trazer um alívio gradual nas altas temperaturas do verão. Porém, No entanto, episódios de calor ainda podem ocorrer no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, principalmente entre abril e maio.</p>
<p style="text-align: justify;">Já no Sudeste e no Centro-Oeste as temperaturas devem ficar acima do esperado para a estação, enquanto no Sul os termômetros podem registrar valores abaixo da média em junho.</p>
<p style="text-align: justify;">As ondas de frio mais intensas, no entanto, só devem chegar ao Centro-Sul do Brasil na segunda metade do outono.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Insuficiência hídrica</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com a tendência de precipitações abaixo da média, o risco de insuficiência hídrica cresce no Sudeste e no Centro-Oeste, principalmente após os baixos níveis registrados nos reservatórios durante o verão.</p>
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		<item>
		<title>BRASIL: Desemprego cai para 5,1% em dezembro</title>
		<link>https://valternogueira.com.br/2026/01/30/brasil-desemprego-cai-para-51-em-dezembro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Valter Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 14:32:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil registrou, no trimestre encerrado em dezembro, taxa de desocupação de 5,1%, a menor já registrada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. Observando os dados consolidados de 2025, a taxa anual de desocupação ficou em 5,6%, também a menor já registrada. O número de ocupados chegou a 103 milhões. Os dados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-18593 alignleft" src="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/01/01_carteira_de_trabalho2-300x185.webp" alt="" width="300" height="185" srcset="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/01/01_carteira_de_trabalho2-300x185.webp 300w, https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/01/01_carteira_de_trabalho2.webp 390w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />O Brasil registrou, no trimestre encerrado em dezembro, taxa de desocupação de 5,1%, a menor já registrada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.</p>
<p style="text-align: justify;">Observando os dados consolidados de 2025, a taxa anual de desocupação ficou em 5,6%, também a menor já registrada. O número de ocupados chegou a 103 milhões. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p style="text-align: justify;">O ano passado também registrou recorde na renda média mensal do trabalhador, que atingiu R$ 3.560, um aumento de 5,7% (ou R$ 192) na comparação com 2024. O número de carteira assinada no ano também foi o mais alto já registrado: 38,9 milhões de pessoas, expansão de 1 milhão na comparação com o ano anterior.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Destaques de 2025</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na taxa anual, o Brasil registrou os seguintes contingentes:</p>
<p style="text-align: justify;">Desocupados: 6,2 milhões de pessoas, queda de cerca de 1 milhão (-14,5%) na comparação com 2024</p>
<p style="text-align: justify;">Empregados da iniciativa privada sem carteira assinada: 13,8 milhões (queda de 0,8% ante 2024);</p>
<p style="text-align: justify;">Trabalhadores domésticos: 5,7 milhões (-4,4%);</p>
<p style="text-align: justify;">Conta própria: 26,1 milhões – o maior já registrado.</p>
<p style="text-align: justify;">A taxa anual de informalidade passou de 39%, em 2024, para 38,1% em 2025. De acordo com a coordenadora da pesquisa, Adriana Beringuy, esse percentual é “valor relevante”, e reflete característica estrutural do mercado de trabalho brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">“A composição e dinâmica da população ocupada ainda é bastante dependente da informalidade, sobretudo, devido à grande participação de trabalhadores no comércio e em segmentos de serviços mesmos complexos”, avalia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pnad</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.</p>
<p style="text-align: justify;">A maior taxa de desocupação já registrada na série iniciada em 2012 foi de 14,9%, atingida em dois períodos: nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos durante a pandemia de covid-19.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caged</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Pnad é divulgada no dia seguinte a outro indicador de comportamento do mercado de trabalho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e que acompanha apenas o cenário de empregados com carteira assinada.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Caged, dezembro apresentou saldo negativo de 618 mil vagas formais. No entanto, no consolidado de 2025, o balanço ficou positivo em quase 1,28 milhões de postos com carteira assinada.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Bolsa de Valores do Brasil bate recorde histórico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valter Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2026 14:15:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Valores]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Bolsa de Valores brasileira vive um dos melhores momentos dos últimos anos, realidade reportada pelos principais veículos de notícia do país e do mundo. O Ibovespa, principal índice da B3, bateu recordes históricos sucessivos em janeiro de 2026, puxado por uma forte entrada de dinheiro estrangeiro. No centro desse movimento está um fenômeno que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_18561" aria-describedby="caption-attachment-18561" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-18561 size-medium" src="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Bolsa_valores-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" srcset="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Bolsa_valores-300x224.jpg 300w, https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Bolsa_valores-768x572.jpg 768w, https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Bolsa_valores.jpg 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-18561" class="wp-caption-text">Imagem: ilustração</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A Bolsa de Valores brasileira vive um dos melhores momentos dos últimos anos, realidade reportada pelos principais veículos de notícia do país e do mundo. O Ibovespa, principal índice da B3, bateu recordes históricos sucessivos em janeiro de 2026, puxado por uma forte entrada de dinheiro estrangeiro. No centro desse movimento está um fenômeno que analistas já chamam de “movimento Brasil”.</p>
<p style="text-align: justify;">Analistas apontam que a Bolsa, na verdade, bateu recorde atrás de recorde, impulsionada pelo forte investimento estrangeiro. Foram mais de US$ 12 bilhões que entraram nos primeiros 20 dias do ano, demonstrando confiança na economia do país.</p>
<p style="text-align: justify;">No período de 20, mais de R$ 12 bilhões de capital estrangeiro entraram na Bolsa brasileira, o que aponta o melhor resultado para um mês desde 2023. Ao mesmo tempo, o volume diário de negociações chegou a R$ 22,5 bilhões, o maior nível em mais de dois anos.<br />
Com o resultado, o Ibovespa ultrapassou a marca histórica dos 177 mil pontos, renovando recordes em várias sessões seguidas. O quadro atual indica que não se trata apenas de um pico isolado, mas um movimento consistente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estabilidade</strong> &#8211; Desde 2023, as três grandes consultorias de investimento dos EUA, S&amp;P, Fitch e Moody’s elevaram as notas de recomendação de investimento no Brasil, mostrando que as mudanças e reformas promovidas pelo atual governo na economia promoveram mais estabilidade para a economia.</p>
<p style="text-align: justify;">Os motivos atribuídos para a expansão dos investimentos são a estabilidade inflacionária, a previsibilidade dos investimentos, além da reforma tributária aprovada pelo governo federal.</p>
<p style="text-align: justify;">A gestão atual entregou a menor inflação acumulada para os três primeiros anos de governo desde a redemocratização, além de manter nível de emprego recorde e déficit público estável.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Investidores</strong> &#8211; Enquanto bolsas dos EUA e da Europa estão praticamente estagnadas, investidores globais estão buscando retornos maiores em países emergentes, e o Brasil virou um dos principais destinos desse dinheiro.</p>
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		<title>Balança comercial do Brasil encerrou 2025 com superávit</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valter Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 02:25:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[balança comercial]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[SUPERAVIT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pressionada pelo crescimento das importações e pelo barateamento das commodities (bens primários com cotação internacional), a balança comercial encerrou 2025 com superávit menor que em 2024, apesar de registrado o melhor resultado para um mês de dezembro desde 1989. No ano passado, as exportações superaram as importações em US$ 68,293 bilhões, uma queda de 7,9% [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-18379 alignleft" src="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/01/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb-300x185.webp" alt="" width="300" height="185" srcset="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/01/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb-300x185.webp 300w, https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2026/01/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb.webp 390w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Pressionada pelo crescimento das importações e pelo barateamento das commodities (bens primários com cotação internacional), a balança comercial encerrou 2025 com superávit menor que em 2024, apesar de registrado o melhor resultado para um mês de dezembro desde 1989. No ano passado, as exportações superaram as importações em US$ 68,293 bilhões, uma queda de 7,9% em relação ao superávit registrado em 2024.</p>
<p style="text-align: justify;">Os números foram divulgados nesta terça-feira (6) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). Apesar do recuo, esse foi o terceiro maior superávit comercial anual desde o início da série história, em 1989.</p>
<p style="text-align: justify;">Os maiores foram o de 2023, quando o superávit chegou a US$ 98,903 bilhões, e o de 2024, quando o resultado positivo ficou em US$ 74,177 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Tanto as exportações como as importações bateram recorde. Mesmo com o tarifaço dos Estados Unidos e com a queda no preço das commodities, principalmente do petróleo, as vendas para o exterior somaram US$ 348,676 bilhões, com alta de 3,5% em relação a 2024.</p>
<p style="text-align: justify;">Beneficiadas pelo crescimento da economia, no entanto, as importações aumentaram em ritmo maior. No ano passado, o Brasil comprou US$ 280,382 bilhões do exterior, alta de 6,7%.</p>
<p style="text-align: justify;">O saldo comercial veio bastante superior às projeções. O Mdic projetava superávit comercial de US$ 60,9 bilhões em 2025, com US$ 344,9 bilhões em exportações.</p>
<p style="text-align: justify;">Já as importações ficaram abaixo da projeção de US$ 284 bilhões. O fato de as importações terem ficado inferiores ao previsto ajudou a elevar o superávit da balança no fim de 2025.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Resiliência  &#8211; </strong>Em entrevista coletiva, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse que o comércio exterior brasileiro cresceu em 2025, mesmo com o tarifaço e as dificuldades geopolíticas.</p>
<p style="text-align: justify;">“O nosso volume em termos de exportação cresceu 5,7%. O comércio global cresceu 2,4%. Então, crescemos mais que o dobro do comércio global. Isso mostra a resiliência e a boa competitividade dos produtos brasileiros”, declarou.</p>
<p style="text-align: justify;">Apenas em dezembro, a balança comercial registrou superávit de US$ 9,633 bilhões, alta de 107,8% em relação ao mesmo mês de 2024. Esse foi o maior resultado para o mês da série histórica, iniciada em 1989, superando o recorde anterior, de superávit de US$ 9,323 bilhões, em dezembro de 2023. As importações também atingiram valor recorde para o mês.</p>
<p style="text-align: justify;">O valor das exportações e das importações em dezembro ficou o seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;">Exportações: US$ 31,038 bilhões, alta de 24,7% em relação a dezembro do ano passado;<br />
Importações: US$ 21,405 bilhões, alta de 5,7% na mesma comparação<br />
Setores<br />
Na distribuição por setores da economia, as exportações em dezembro cresceram da seguinte forma:</p>
<p style="text-align: justify;">Agropecuária: +43,5%, com alta de 35,2% no volume e de 6,7% no preço médio;<br />
Indústria extrativa: +53%, com alta de 58,1% no volume e queda de 3,2% no preço médio;<br />
Indústria de transformação: +11%, com alta de 14,9% no volume e queda de 4,2% no preço médio.<br />
Produtos</p>
<p style="text-align: justify;">Os principais produtos responsáveis pelo crescimento das exportações em dezembro foram os seguintes:</p>
<p style="text-align: justify;">Agropecuária: soja (+73,9%); café não torrado (+52,9%) e milho não moído, exceto milho doce (+46%);<br />
Indústria extrativa: óleos brutos de petróleo (+74%) e minério de ferro (+33,7%);<br />
Indústria de transformação: carne bovina (+70,5%) e ouro não-monetário (+88,7%).<br />
No caso do petróleo bruto, a retomada da atividade das plataformas, após um período de manutenção programada em novembro, foi o principal fator para o crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação às importações, o crescimento está vinculado à recuperação da economia, com o aumento do consumo e dos investimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na divisão por categorias, os produtos importados foram os seguintes:</p>
<p style="text-align: justify;">Agropecuária: soja (+4.979,1%) e trigo e centeio não moídos (+24,6%)<br />
Indústria extrativa: fertilizantes brutos, exceto adubos, +222,4%; carvão não aglomerado (+26,3%);<br />
Indústria de transformação: combustíveis (+42,9%) e medicamentos, incluindo veterinários (+47,7%).</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Brasil recebe 9 milhões de turistas estrangeiros em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valter Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Dec 2025 01:43:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ano de 2025 ainda não terminou, mas o Brasil já comemora um recorde no setor de Turismo. No ano em curso, o país recebeu 9 milhões de turistas internacionais. A marca histórica é 40% superior aos 6,77 milhões de visitantes estrangeiros registrados em 2024. São Paulo é o Estado que mais recebeu visitantes de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-18307 alignleft" src="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Grupo_turistas-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Grupo_turistas-300x200.jpg 300w, https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Grupo_turistas-1024x683.jpg 1024w, https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Grupo_turistas-768x512.jpg 768w, https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Grupo_turistas.jpg 1086w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />O ano de 2025 ainda não terminou, mas o Brasil já comemora um recorde no setor de Turismo. No ano em curso, o país recebeu 9 milhões de turistas internacionais. A marca histórica é 40% superior aos 6,77 milhões de visitantes estrangeiros registrados em 2024.</p>
<p style="text-align: justify;">São Paulo é o Estado que mais recebeu visitantes de outros países: 2,5 milhões. O Rio de Janeiro vem em segundo lugar, com 1,9 milhão de turistas ao longo do ano. O ranking continua com o Rio Grande do Sul (1,4 milhão), Paraná (958 mil) e Santa Catarina (651 mil) completam a lista.</p>
<p style="text-align: justify;">As receitas geradas pelo turismo internacional no Brasil também bateram recorde. Os visitantes movimentaram US$ 7,17 bilhões, quase R$ 40 bilhões, entre janeiro e novembro. O resultado representa uma alta de 8,4% na comparação ao mesmo período de 2024.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com dados do governo federal, o desempenho positivo do turismo brasileiro foi puxado por uma série de eventos internacionais durante o ano. Entre estes, destaque para a cúpula do Brics, realizada em julho no Rio de Janeiro. Em novembro, acidade de Belém (PA) sediou a COP-30 &#8211; Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro grande evento foi o Carnaval, que mobilizou 53 milhões de pessoas e mais de R$ 12 bilhões em receita em todo o País.</p>
<p style="text-align: justify;">Em matéria publicada no site da Agência Brasil, o presidente da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), Marcelo Freixo, atribuiu destacou também a ampliação da malha aérea brasileira que cresceu 16% em 2025.</p>
<p style="text-align: justify;">“Os hotéis, os restaurantes, os quiosques geram emprego. O turismo pode ser uma grande solução para a economia. O Brasil tem grande potencial. Todos os estados cresceram”, disse Freixo à reportagem da Agência Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Consumo no Nordeste chega a 1.5 trilhão e ultrapassa a região Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valter Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 15:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Nordeste]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Nordeste é destaque no cenário econômico nacional ao ultrapassar a região Sul no ranking de consumo do Brasil em 2025. Com consumo estimado em R$ 1.511 trilhão neste ano, o Nordeste passa a ocupar agora a vice-liderança nacional entre as regiões que mais consomem, ficando atrás apenas do Sudeste. O dado faz parte da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-7986 alignleft" src="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Comercio_vendas-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Comercio_vendas-300x200.jpg 300w, https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Comercio_vendas-1024x683.jpg 1024w, https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Comercio_vendas-768x512.jpg 768w, https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Comercio_vendas.jpg 1536w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />O Nordeste é destaque no cenário econômico nacional ao ultrapassar a região Sul no ranking de consumo do Brasil em 2025. Com consumo estimado em R$ 1.511 trilhão neste ano, o Nordeste passa a ocupar agora a vice-liderança nacional entre as regiões que mais consomem, ficando atrás apenas do Sudeste.</p>
<p style="text-align: justify;">O dado faz parte da mais recente pesquisa do IPC Maps, que mede o potencial de consumo das regiões brasileiras com base em setores da indústria, comércio e serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o estudo, o Nordeste obteve um crescimento de 2,9% em seu potencial de consumo em comparação com o ano anterior, chegando a 18,59% de participação nacional — o maior avanço entre todas as regiões. Em contraste, o Sul apresentou uma leve queda de 0,3% e agora detém 18,50% de share.</p>
<p style="text-align: justify;">Especialista do mercado apontam que a diferença entre o Nordeste e Sul, embora pareça pequena, marca uma mudança simbólica importante no mapa do consumo brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa revela que, entre os fatores que explicam essa virada, estão a recuperação do setor de turismo nordestino, alavancado pela alta do dólar, e as graves enchentes no Rio Grande do Sul em 2024, que afetaram o desempenho econômico da região.</p>
<p style="text-align: justify;">O coordenador da pesquisa, Marcos Pazzini, lembra que, apesar de historicamente liderado pelo Sudeste e Sul, o ranking já havia sido alterado no passado — especialmente durante o segundo mandato do presidente Lula, quando o programa Bolsa Família fortaleceu o consumo popular no Nordeste.</p>
<p style="text-align: justify;">“O Nordeste retoma o segundo lugar pelo turismo e pela sua população, que é muito maior do que a do Sul”, explicou Pazzini.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa também aponta que o consumo das famílias brasileiras cresceu 4,8% no último ano, um índice superior ao crescimento do PIB, que ficou em 3,2%, evidenciando a força do consumo doméstico como motor da economia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Segunda região mais populosa do país</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A região Nordeste do Brasil é a segunda mais populosa do país, com uma população de aproximadamente 54,6 milhões de habitantes. Essa região abrange uma área de 1.554.257 km² e é composta por nove estados. Entres estes, Bahia, Pernambuco e Ceará, que concentram a maioria da população.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Banco Mundial aponta o Nordeste como vetor de desenvolvimento regional e nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valter Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 15:34:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Nordeste]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco Mundial coloca o Nordeste no centro do debate sobre o desenvolvimento regional e, também, do Brasil. Recente relatório da instituição, intitulado “Rotas para o Nordeste: Produtividade, Empregos e Inclusão”, afirma que a região tem papel fundamental no progresso e na prosperidade do país. O Estudo, divulgado no dia 3 de dezembro do ano [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://valternogueira.com.br/2025/12/26/banco-mundial-aponta-o-nordeste-como-vetor-de-desenvolvimento/">Banco Mundial aponta o Nordeste como vetor de desenvolvimento regional e nacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://valternogueira.com.br">Valter Nogueira</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-18266 alignleft" src="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Banco_Mundial.webp" alt="" width="282" height="180" />O Banco Mundial coloca o Nordeste no centro do debate sobre o desenvolvimento regional e, também, do Brasil. Recente relatório da instituição, intitulado “Rotas para o Nordeste: Produtividade, Empregos e Inclusão”, afirma que a região tem papel fundamental no progresso e na prosperidade do país.</p>
<p style="text-align: justify;">O Estudo, divulgado no dia 3 de dezembro do ano em curso, descreve como a região pode desenvolver seu potencial e gerar empregos ao adotar um modelo de crescimento mais dinâmico.</p>
<p style="text-align: justify;">O relatório destaca que, com 54 milhões de habitantes — 80% deles em idade ativa —, a região oferece um dos maiores e mais dinâmicos contingentes de mão de obra do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Protagonismo no campo das energias renováveis também é destaque do estudo, ao reportar que o Nordeste também impulsiona a transição energética do Brasil, produzindo 91% da energia eólica do país e 42% da energia solar. Isso dá à região a oportunidade de promover um crescimento industrial mais rápido e sustentável e aproveitar oportunidades em setores emergentes, como o hidrogênio verde.</p>
<p style="text-align: justify;">O relatório examina estratégias para reduzir as desigualdades históricas do Nordeste em relação às regiões mais ricas do Brasil, tornar a economia menos dependente da agricultura e promover o aumento da produtividade nos setores urbanos, incluindo manufatura e serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">“Ao ajudar as empresas a melhorarem, investir nas pessoas e modernizar a infraestrutura, podemos aumentar a produtividade da economia e criar mais e melhores empregos. Isso ampliará as oportunidades de mobilidade social da população”, disse Cécile Fruman, diretora do Banco Mundial para o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Forças para impulsionar a mudança</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para ajudar a região a alcançar seu pleno potencial, o relatório aponta três frentes principais de ação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-13673 alignleft" src="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Mapa_Nordeste-242x300.jpg" alt="" width="242" height="300" srcset="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Mapa_Nordeste-242x300.jpg 242w, https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Mapa_Nordeste.jpg 500w" sizes="(max-width: 242px) 100vw, 242px" />Empregos</strong> – A criação de empregos é o caminho mais seguro para sair da pobreza, mas as taxas de desemprego e informalidade no Nordeste, entre 2012 e 2022, foram de 12% e 52%, respectivamente, superiores às de outras regiões do Brasil. Investir nas pessoas e ampliar oportunidades significa ampliar a oferta de capacitação para que os trabalhadores adquiram habilidades.</p>
<p style="text-align: justify;">O relatório recomenda aprimorar os sistemas de intermediação de mão de obra para conectar pessoas a vagas, além de focar em indústrias em crescimento, como manufatura e serviços, para oferecer empregos de melhor qualidade. Também propõe a criação de políticas para apoiar mulheres e grupos marginalizados, tornando o mercado de trabalho mais inclusivo. A taxa de participação feminina na força de trabalho do Nordeste é de apenas 41%, em comparação com 52% no restante do país.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Melhoria do ambiente de negócios</strong> – Para estimular o empreendedorismo e atrair investimentos, a publicação recomenda simplificar procedimentos de abertura de empresas e rotinas administrativas; fomentar a concorrência; e reduzir a dependência de subsídios fiscais que tendem a diminuir a produtividade e concentrar mercados, promovendo, assim, a concorrência justa e a inovação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Infraestrutura</strong> – Acelerar a modernização da infraestrutura e conectar comunidades exigirá investimentos em rodovias, ferrovias e redes digitais; melhorias em água e saneamento. Também será necessário assegurar planejamento cuidadoso e fiscalização para que os projetos tenham impacto positivo. Para ajudar a financiar e executar grandes projetos, o relatório incentiva a participação do setor privado por meio de parcerias bem desenhadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nordeste e Brasil</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ao destacar o papel do Nordeste na economia nacional, o Banco Mundial aponta que o fortalecimento da região é estratégico para o crescimento do Brasil como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo diz que a adoção das recomendações pode contribuir para aumentar a produtividade, ampliar o mercado de trabalho formal e promover maior inclusão social.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, o Banco declara que o estudo “Rotas para o Nordeste” surge, assim, como um guia para orientar políticas públicas e investimentos nos próximos anos, colocando a região como protagonista de uma nova agenda de desenvolvimento baseada em planejamento, diversidade territorial e valorização das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ranking regional</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Fortaleza é a cidade mais rica do Nordeste, o município com o mais alto PIB da Região, seguida por Salvador, Recife e São Luís. No quarto lugar geral, Camaçari (BA) é município mais rico que não é uma capital na região. Já Feira de Santana (BA) é o município mais rico do interior da região.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Confira o ranking</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-18265" src="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Ranking_cidades_pib_ne-300x217.jpg" alt="" width="300" height="217" srcset="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Ranking_cidades_pib_ne-300x217.jpg 300w, https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Ranking_cidades_pib_ne.jpg 518w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Fonte: Banco Mundial/Agência Brasil</p>
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		<title>Governo Federal publica decreto que reajusta o salário mínimo: R$ 1.612,00</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valter Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Dec 2025 13:53:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[salário mínimo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo Federal publicou decreto que reajusta o salário mínimo, que passará de R$ 1.518 para R$ 1.621 a partir de 1º de janeiro de 2026. O valor teve um aumento de 6,8%, um pouco mais de R$ 100, e foi estipulado por meio de publicação, nesta quarta-feira (24), no Diário Oficial da União. Cerca [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-11667 alignleft" src="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2025/04/dinheiro_papel_moeda-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2025/04/dinheiro_papel_moeda-300x200.jpg 300w, https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2025/04/dinheiro_papel_moeda.jpg 590w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />O Governo Federal publicou decreto que reajusta o salário mínimo, que passará de R$ 1.518 para R$ 1.621 a partir de 1º de janeiro de 2026. O valor teve um aumento de 6,8%, um pouco mais de R$ 100, e foi estipulado por meio de publicação, nesta quarta-feira (24), no Diário Oficial da União.</p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 62 milhões de brasileiros recebem o mínimo. Com o reajuste para R$ 1,621, o incremento na economia será de R$ 81,7 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelas regras, o valor do salário mínimo deve ser atualizado anualmente pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado em 12 meses até novembro, mais o crescimento da economia brasileira de dois anos antes, ou seja, do ano de 2024, sujeito ao limite máximo de 2,5% ao ano, por conta do teto de gastos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dois componentes, juntos, garantem um aumento real do piso, diferente da política dos governos anteriores para o salário mínimo, de Michel Temer e Jair Bolsonaro, quando o reajuste era feito somente pela inflação.</p>
<p style="text-align: justify;">O salário mínimo é a menor remuneração que um trabalhador formalizado pode receber no país e deve ser suficiente para atender a necessidades vitais básicas próprias e de sua família, como moradia, alimentação, saúde, lazer, higiene e transporte, de acordo com a Constituição Federal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contraponto</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos (Dieese), o mínimo mensal de uma família de quatro pessoas no Brasil deveria ser de R$ 7.067,18, em novembro de 2025, o equivalente a 4,3 vezes o novo piso do mínimo nacional a entrar em vigor em janeiro de 2026.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Agência Brasil</p>
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