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	<title>Arquivo de neonatal - Valter Nogueira</title>
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	<description>Notícias e Opinião</description>
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		<title>Estudo da UFPB identifica 3.834 mortes evitáveis de recém-nascidos na Paraíba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valter Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2022 22:23:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) identificou 3.834 mortes evitáveis de recém-nascidos na Paraíba. Esses óbitos evitáveis ocorreram entre 2009 e 2017 e representam 74,5% das 5.149 mortes registradas em período neonatal, relativo aos sete primeiros dias após o nascimento. Segundo a pesquisadora Tiê Farias, responsável pelo estudo e egressa do curso de doutorado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4114" aria-describedby="caption-attachment-4114" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-4114 size-medium" src="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2022/01/bebes-agencia-brasil-300x179.jpg" alt="" width="300" height="179" /><figcaption id="caption-attachment-4114" class="wp-caption-text">Reprodução/Internet</figcaption></figure>
<p class="gmail-western" style="text-align: justify;">Estudo da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) identificou 3.834 mortes evitáveis de recém-nascidos na Paraíba. Esses óbitos evitáveis ocorreram entre 2009 e 2017 e representam 74,5% das 5.149 mortes registradas em período neonatal, relativo aos sete primeiros dias após o nascimento.</p>
<p class="gmail-western" style="text-align: justify;">Segundo a pesquisadora Tiê Farias, responsável pelo estudo e egressa do curso de doutorado do Programa de Pós-graduação em Modelos de Decisão e Saúde da UFPB, os principais fatores relacionados a óbitos neonatais evitáveis são a escolaridade da mãe, prematuridade, o tipo de parto e o número de filhos vivos.</p>
<p class="gmail-western" style="text-align: justify;">“Quanto maior a escolaridade da mãe, menor a proporção de óbitos neonatais evitáveis. O fato do recém-nascido ser prematuro também aumenta a proporção de óbito neonatal. O aumento da quantidade de partos cesáreos também influencia de forma direta o aumento do óbito neonatal evitável. Já quanto maior a média de filhos vivos, menor é a quantidade de óbitos neonatais”, explica a doutora pela UFPB.</p>
<p class="gmail-western" style="text-align: justify;">Ao todo, foram protocolados 7.241 óbitos no período neonatal e no pós-neonatal (primeiro ano de vida) no Estado da Paraíba, nos nove anos apurados pela pesquisa. No total, houve 522.852 nascimentos nesse intervalo de tempo.</p>
<p class="gmail-western" style="text-align: justify;">Entre as principais causas mais notificadas de óbito evitável de recém-nascido na Paraíba, estão, em ordem decrescente, septicemia bacteriana não especificada do recém-nascido, síndrome da angústia respiratória do recém-nascido, pneumonia congênita não especificada e hipoxia intrauterina durante o trabalho de parto e o parto.</p>
<p class="gmail-western" style="text-align: justify;">A extensa lista continua: imaturidade extrema, hipoxia intrauterina não especificada, outros recém-nascidos de pré-termo, asfixia ao nascer não especificada, infecção própria do período perinatal não especificada, desconforto respiratório não especificado do recém-nascido e feto e recém-nascido afetados por outras formas de descolamento da placenta.</p>
<p class="gmail-western" style="text-align: justify;">Tiê Farias pontua que existem também causas que são classificadas como mal definidas. “Elas correspondem a outra grande parte das mortes de neonatais, sobrando para as causas não evitáveis muito pouco, menos de 10% do total das mortes de recém-nascidos no Estado da Paraíba. Um exemplo de causa não evitável é uma malformação congênita”, esclarece a pesquisadora.</p>
<p class="gmail-western" style="text-align: justify;">Os dados utilizados no estudo foram extraídos das declarações de óbito e das declarações de nascidos vivos disponibilizadas pelo Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e pelo Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC), gerenciados pelo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) do Ministério da Saúde.</p>
<p class="gmail-western" style="text-align: justify;">“Como esse trabalho começou a ser realizado em 2018, só existiam os dados até 2017 consolidados pelo Ministério da Saúde.  Iniciamos com o ano de 2009 porque em 2010 houve a inclusão dos números da declaração de nascido vivo na declaração de óbito. Através desse código único, foi possível fazer a ligação entre as duas declarações”, esclarece Tiê Farias.</p>
<p class="gmail-western" style="text-align: justify;">A egressa da UFPB diz que teve dificuldades para lidar com esses dados porque houve falhas no preenchimento das declarações, como, por exemplo, na escolaridade da mãe, onde não existiam 16,9% de informações. Essas e outras informações foram recuperadas por meio das respectivas declarações de nascido vivo e, posteriormente, por técnicas estatísticas de imputação de dados.</p>
<p class="gmail-western" style="text-align: justify;">“Inicialmente, foi realizada a qualificação das informações de óbitos do Ministério da Saúde, através de técnicas estatísticas e demográficas para correção do sub-registro das declarações de óbitos nos municípios paraibanos, que variaram entre 75,9% e 87,4% de subnotificação. Esse percentual corresponde à estimativa de óbitos infantis que não foram notificados”, conta Tiê Farias.</p>
<p class="gmail-western" style="text-align: justify;">Na avaliação dela, a redução dos níveis da mortalidade infantil neonatal é possível, principalmente, com a intensificação dos cuidados com o recém-nascido e com a mulher durante a gestação, principalmente nas áreas ruralizadas do estado da Paraíba. “As estatísticas produzidas na tese expõem que há diferenças significativas entre os municípios urbanos, intermediários adjacentes e rurais adjacentes na Paraíba”, informa a pesquisadora.</p>
<p class="gmail-western" style="text-align: justify;">Acabar com as mortes evitáveis de recém-nascidos e de crianças é uma preocupação mundial e meta da Agenda 2030 das Nações Unidas, plano de ação global que reúne 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e 169 metas, criados para erradicar a pobreza e promover vida digna a todos, dentro das condições que o planeta oferece e sem comprometer a qualidade de vida das próximas gerações.</p>
<p class="gmail-western" style="text-align: justify;">A meta 3.2 dos ODS é a seguinte: “Até 2030, acabar com as mortes evitáveis de recém-nascidos e crianças menores de 5 anos, com todos os países objetivando reduzir a mortalidade neonatal para pelo menos até 12 por 1.000 nascidos vivos e a mortalidade de crianças menores de 5 anos para pelo menos até 25 por 1.000 nascidos vivos”.</p>
<p class="gmail-western" style="text-align: justify;">Tiê Farias foi orientada pelo professor da UFPB Neir Antunes Paes. O estudo foi financiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba (Fapesq) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Já houve divulgação científica da pesquisa em congressos internacionais, livros e <a href="https://www.scielo.br/j/rbepid/a/btTz7fnzTmDSKRTvdNdFMjC/abstract/?lang=en" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">periódico</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Figura Percentual de óbitos neonatais e pós-neonatais na Paraíba, 2009-2017:<img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-4115" src="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2022/01/grafico1-300x180.png" alt="" width="300" height="180" /></p>
<p style="text-align: justify;">Figura Mapa dos municípios da Paraíba segundo a Tipologia rural/urbano do IBGE: <img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-4116" src="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2022/01/grafico2-300x277.png" alt="" width="300" height="277" /></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Ascom UFPB</p>
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