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	<title>Arquivo de Réu - Valter Nogueira</title>
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	<description>Notícias e Opinião</description>
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	<title>Arquivo de Réu - Valter Nogueira</title>
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		<title>Subprocurador-geral da República nega mais um recurso do réu Victor Souto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valter Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Apr 2024 16:25:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[HOMICÍDIO]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Victor responde  por homicídios que aconteceram há 12 anos O subprocurador-geral da República José Augusto Torres Potiguar, em seu parecer, rejeitou o Agravo em Recurso Espacial nº 2.486.964/PB manejado pela defesa do réu, Victor Souto da Rosa, pronunciado no 2º Tribunal do Júri da Comarca de João Pessoa, pelo duplo homicídio qualificado de Rafael Patriota [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Victor responde  por homicídios que aconteceram há 12 anos</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-23154 alignleft" src="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2024/04/64ac1562-8208-41b1-818a-b7488d1851c1-300x188.jpg" alt="" width="300" height="188" />O subprocurador-geral da República José Augusto Torres Potiguar, em seu parecer, rejeitou o Agravo em Recurso Espacial nº 2.486.964/PB manejado pela defesa do réu, Victor Souto da Rosa, pronunciado no 2º Tribunal do Júri da Comarca de João Pessoa, pelo duplo homicídio qualificado de Rafael Patriota e Daniel Guimarães.</p>
<p style="text-align: justify;">Os crimes a aconteceram há 12 anos e chocaram a sociedade paraibana, por sua crueldade e covardia. Atualmente, o recurso está concluso para decisão do ministro do Superior de Justiça (STJ), Sebastião Reis Júnior.</p>
<p style="text-align: justify;">O agravante ingressou com o recurso atacando um acórdão do desembargador Joás de Brito Pereira Filho, da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, que manteve a pronúncia do réu.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o subprocurador-geral da República, o agravante não impugnou adequadamente os fundamentos da decisão agravada. “Os recursos devem impugnar, de maneira específica e pormenorizada, os fundamentos da decisão contra a qual se insurgem, sob pena de vê-los mantidos e o agravante não demonstrou o equívoco da decisão agravada quanto à incidência da Súmula nº 284 do Supremo Tribunal Federal (STF)”, comentou José Augusto Torres Potiguar.</p>
<p style="text-align: justify;">O subprocurador continua dizendo que nas razões do recurso especial, a defesa não demonstrou, de forma clara, direta e particularizada, como o acórdão recorrido violou o dispositivo de lei federal indicado, fazendo quase nenhuma menção ao julgado do TJPB, que julgou o recurso em sentido estrito. “Nos termos do artigo 654, parágrafo 2º, do Código de Processo Penal, o habeas corpus de ofício é deferido por iniciativa dos Tribunais quando detectarem ilegalidade flagrante, não se prestando como meio para que a Defesa obtenha pronunciamento judicial acerca do mérito de recurso que não ultrapassou os requisitos de admissibilidade”, destacou.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembre o caso – Os crimes aconteceram no dia 15 de dezembro de 2011, por volta das 4h30, na Rua Frutuoso Dantas, no Bairro do Cabo Branco, em João Pessoa/PB. Segundo os autos, Victor Souto da Rosa utilizou uma caminhonete Nissan de propriedade de sua irmã para praticar os assassinatos. Ele bateu na traseira da moto, conduzida por Rafael, onde também estava o garupa Daniel. As vítimas foram, literalmente, arrastadas pelo asfalto até a morte.</p>
<p style="text-align: justify;">As câmeras da rua registraram o momento em que as vítimas foram atropeladas e arrastadas. Daniel Guimarães morreu ainda no local e Rafael Patriota chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital. Em março, a Justiça chegou a decretar a prisão preventiva de Victor, que chegou a ficar preso, mas, atualmente, responde o processo em liberdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao determinar a prisão preventiva, o juiz José Aurélio da Cruz levou em consideração um vídeo disponibilizado na internet que mostra os detalhes do atropelamento e da fuga do acusado, sem prestar socorro às vítimas, informações que estão contidas no inquérito policial feito pela delegada Dulcinéia Costa.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com os autos, o acusado confirma ter se envolvido em uma confusão com as vítimas antes do acidente. Victor Souto teria saído em perseguição da moto e, na altura da terceira lombada da Rua Frutuoso Dantas, a caminhonete bateu na traseira da moto e atropelou os dois jovens. Com o impacto, a placa da caminhonete ficou no local do atropelamento, que ocorreu no dia 15 de dezembro de 2011. O réu se apresentou na 10ª Delegacia Distrital quatro dias depois.</p>
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		<title>Sergio Moro vira réu em ação movida por deputados do PT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valter Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 May 2022 15:48:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ação do PT]]></category>
		<category><![CDATA[Moro]]></category>
		<category><![CDATA[Moro vira Réu]]></category>
		<category><![CDATA[Réu]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Moro]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-948 size-medium" src="https://valternogueira.com.br/wp-content/uploads/2021/11/juiz-sergio-moro_-_agencia_brasil-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />O ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro (União Brasil) virou réu em uma ação popular movida por deputados do Partido dos Trabalhadores (PT) na Justiça Federal do Distrito Federal. A petição inicial foi protocolada em 27 de abril e recebida nesta segunda-feira (23) pelo juiz Charles Renaud Frazão de Morais, que determinou a citação de Moro.</p>
<p style="text-align: justify;">A informação foi revelada pelo jornal Folha de S.Paulo, nesta terça-feira (24).</p>
<p style="text-align: justify;">Os deputados pedem, na ação, que Moro seja condenado a ressarcir os cofres públicos por alegados prejuízos causados à Petrobras por sua atuação na Lava Jato. Não foi definido na petição inicial o valor da indenização que o ex-juiz deverá pagar caso seja condenado.</p>
<p style="text-align: justify;">Na petição inicial, os deputados Rui Falcão, Erika Kokay, Natalia Bonavides, José Guimarães e Paulo Pimenta alegam que, durante sua atuação como juiz da Lava Jato, Moro teve &#8220;condutas atentatórias ao patrimônio público e à moralidade administrativa, as quais tiveram severos impactos na economia do país e em sua estabilidade democrática e institucional.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo de parlamentar afirma, também, na petição, que &#8220;os desvios de finalidade, os excessos e abusos&#8221; cometidos ao longo da operação Lava Jato produziram &#8220;um cenário de desarranjo econômico de altíssimo custo social em nosso país.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lava Jato</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Operação Lava Jato foi uma força-tarefa iniciada em 2014, com o propósito de combater a corrupção e lavagem de dinheiro na Petrobras. Boa parte das ações da Lava Jato tramitaram na 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, especializada em crimes financeiros e de lavagem de ativos, da qual Moro era o juiz titular.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante as investigações, a Polícia Federal revelou a existência de uma quadrilha especializada em lavagem de dinheiro. De acordo com o Ministério Público Federal, a operação devolveu R$ 4,3 bilhões aos cofres públicos e levou a 174 condenações em 1ª e 2ª instância.</p>
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