ADUFPB aponta falhas na portaria da UFPB que determina retorno dos trabalhos presencias

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A Associação dos Docentes da UFPB (ADUFPB) aponta equívocos na portaria publicada pela Reitoria da  Universidade Federal da Paraíba (UFPB) que determina o retorno dos trabalhos presenciais na instituição, a partir de 2022.

Na avaliação da ADUFPB, o documento possui uma série de equívocos que podem colocar em risco o retorno seguro dos trabalhadores.

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A portaria nº 1061, assinada pelo Reitor da UFPB, professor Valdiney Gouveia, foi publicada no na última sexta-feira (15). O documento determina o retorno às atividades presenciais dos servidores técnico-administrativos e dos docentes que ocupem cargos administrativos na instituição.

“Primeiramente, a portaria não trata de uma coisa fundamental para a retomada das atividades de forma segura: a obrigatoriedade da vacina”, informa o presidente da ADUFPB, professor Fernando Cunha.

De acordo com Fernando Cunha, o texto não prevê a necessidade de comprovação da imunização completa para o retorno das atividades presenciais.

Por fim, o líder classista acrescenta que a portaria se confronta com a Instrução Normativa nº 90, do Ministério da Economia, que estabelece orientações aos órgãos e entidades da administração pública federal para a volta do trabalho presencial.

Segundo a IN90, o retorno deve ser um processo gradual, que se organiza a partir das condições de biossegurança.

Valter Nogueira
Valter Nogueira
Valter Nogueira de Amorim, jornalista profissional, é o editor-chefe do blog. Formado em Comunicação Social pela Universidade Federal da Paraíba (1988). Atuou nos principais jornais impressos do Estado, tais como A União, O Momento, Correio da Paraíba e O Norte. No campo administrativo, foi secretário de Comunicação da Prefeitura Municipal de Santa Rita (1997-2005), assessor de Imprensa da Prefeitura de Pedras de Fogo (2008). Exerceu, também, o cargo de gerente de Comunicação do Tribunal de Justiça da Paraíba, no período de fevereiro de 2015 a janeiro de 2019.

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